População protesta contra retomada das importações de carne dos EUA. Mobilização acontece desde quinta (29) e tem 100 mil participantes, segundo organização.


Os animais apareceram por duas vezes em frente às câmeras ao longo de um mês. Uma fêmea chegou a atacar um dos aparelhos e o estragou.
As câmeras foram colocadas para ajudar os pesquisadores a entender melhor o comportamento da espécie -- da qual existem apenas 60 exemplares restantes livres na natureza.


Pelo menos uma pessoa morreu e 13 ficaram feridas após a passagem de uma série de tornados no norte do estado do Colorado, pela Califórnia e sul de Wyoning.
Os fortes ventos e uma tempestade de granizo destruíram vários imóveis e carros em várias cidades.
O serviço Meteorológico Nacional dos EUA diz que pelo menos um grande tornado atingiu a região de Plateville, a cerca de 80 quilômetros de Denver, atingindo a rede de energia elétrica. Ele depois seguiu para o norte, arrancando os telhados das casas.


Passageiros que não conseguiram entrar nos trens na Estação Brás da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) na manhã desta quarta-feira (21) e outros que tiveram de chegar ao local andando pela linha férrea começaram a protestar em frente à estação, reclamando do problema.
Uma composição quebrou por volta das 8h10 entre as estações Brás e Tatuapé e centenas de usuários precisaram caminhar pelos trilhos para concluir a viagem. Alguns, revoltados, chegaram a apedrejar os vagões. A circulação no trecho, que compõe a Linha 11, foi interrompida às 9h30. Segundo a CPTM, a retomada ocorreu às 10h35, com intervalo de 20 minutos entre os trens - bem mais longo que o usual, que varia de
Para conter o tumulto, os seguranças da estação fecharam duas das três portas que dão acesso ao local. Os passageiros chegaram a chutar as portas e gritaram palavrões para reclamar do problema. “Nós viemos andando pelos trilhos, tinha até mulher grávida e deficiente físico, que tiveram de andar várias estações”, gritava a vendedora Valdinéia Aparecida da Luz, de 28 anos. Ela contou ter andado da Estação Penha até o Tatuapé, na Zona Leste, onde conseguiu pegar o Metrô para o Brás, na região central.
A vendedora disse ter chegado à Estação Calmon Viana às 5h30. Esperava chegar ao Brás por volta das 7h30. No entanto, só conseguiu chegar ao local por volta das 10h30. “Quase todo dia é esse problema. Temos de dar explicação ao patrão por causa dos defeitos do trem.”
A cozinheira Dora Souza, de 50 anos, também teve de caminhar pela linha, desde o Terminal Aricanduva até o Tatuapé, onde conseguiu pegar o Metrô. Ela saiu de São Miguel, na Zona Leste às 7h e tinha começar a trabalhar às 8h. “Sou responsável por fazer o almoço das pessoas da igreja. Agora vai atrasar o almoço de todo mundo.” Ela contou ter caminhado por cerca de uma hora na linha do trem. “Isso é humilhante. Você paga e acaba se prejudicando, se cansando. E ainda tenho de trabalhar o dia inteiro.”



Um grupo de empresários japoneses está nesta quinta-feira (15) no Rio para apresentar o projeto de trem-bala para o eixo Rio-São Paulo-Campinas. No estudo apresentado, o trem-bala seria composto de oito carros e alcançaria 320 km/h.
O tempo médio no trajeto Campinas-Rio de Janeiro, na linha mais rápida, seria de 104 minutos, e na rota São Paulo-Rio, de aproximadamente 80 minutos.
O projeto está sendo apresentado durante o seminário “Trem Japonês de Alta Velocidade - Shinkansen”, que acontece em um hotel na Zona Sul do Rio. O grupo de empresários japoneses é responsável pela construção do trem-bala em Taiwan.



A embaixada de Mianmar em Brasília passou a receber, a partir desta terça-feira (6), doações para as vítimas do ciclone que devastou o país no último fim-de-semana.Serão enviados a Mianmar roupas, tendas, remédios, grãos, cereais e até mesmo dinheiro. A embaixada decidiu receber ajuda depois de conseguir contato com Mianmar por fax. Ainda não se sabe de que forma os mantimentos e remédios serão enviados ao país.
O Itamaraty enviou nesta terça um comunicado em que o ministro Celso Amorim diz que o Brasil sente pela tragédia e que o governo estuda formas de ajudar o país.
A Organização da Nações Unidas (ONU) estima que “centenas de milhares” de pessoas estão precisando de ajuda em Mianmar. Um violento ciclone no delta do Irrawaddy, provocou uma gigantesca onda que deixou as pessoas sem ter para onde fugir, matando pelo menos 22,5 mil e deixando 41 mil desaparecidos, disseram autoridades nesta terça-feira (6).
A passagem do ciclone "Nargis", no ultimo sábado, causou a queda de alguns prédios do centro de Yangun e deixou Mianmar incomunicável com o exterior devido a avarias no sistema de telecomunicações. Segundo dados da CIA, a população do país é de 47,7 milhões.
Em entrevista coletiva, o diretor da ONU, Rashid Khalikov, disse que o país asiático precisa liberar vistos urgentes para funcionários da instituição e para voluntários que se dispõem a colaborar nas áreas afetadas.
Segundo a agência de notícias France Presse, o presidente norte-americano, George W. Bush, pediu nesta terça que a Junta Militar que controla Mianmar "permita que os Estados Unidos envie ajuda." Agências de ajuda disseram que centenas de milhares de pessoas estão desabrigadas e sem água no país governado por uma junta militar.

A Polícia Rodoviária Federal tentava remover, às 19h30 deste domingo (4), a carreta que ficou presa, por volta das 7h15, em viaduto na altura do km 90 da Rodovia Fernão Dias, na pista sentido São Paulo. O veículo, que transporta um tanque de metal, ficou entalado por causa da altura.
Durante a tarde, os 24 pneus da carreta foram esvaziados, mas mesmo assim os guinchos não conseguiram tirá-lo do local. Segundo a Polícia Rodoviária, nesta noite as equipes usam maçaricos para tentar tirar parte do tanque. A estrutura da ponte não foi danificada
Apesar de uma faixa estar interditada, não há congestionamento nesse ponto da Fernão Dias. Entre os km 56 e 66, no entanto, em Atibaia e Mairiporã, o motorista enfrente lentidão por causa do excesso de veículos. Não há registro de acidentes graves.
A China abriu para o tráfego nesta quinta-feira (1º de maio), ainda de forma experimental, a ponte mais longa do mundo sobre o mar, com 36 km de extensão.


O secretário do PCCh para Ningbo e responsável pelo projeto, Wang Yong, disse que uma das grandes contribuições da ponte será a redução da entre Xangai e Ningbo, que cairá de 400 para 120 quilômetros.
Desenvolvimento Wang e Tang se mostraram confiantes de que a ponte contribuirá para o desenvolvimento econômico da área, e ajudará a transformar a região metropolitana de Xangai na sexta maior do mundo, atrás das de Paris, Londres, Nova York, Tóquio e Chicago.

O viaduto, cuja construção começou em novembro de 2003 e tem durabilidade prevista de 100 anos, terá cobrança de pedágio, antecipou Wang, que detalhou que contará com seis guichês (três em cada sentido), e calculou que "cerca de 40 mil veículos o cruzarão em média por dia".
Wang ressaltou que existe uma ponte mais longa em Lousiana (EUA), mas que cruza um lago, e não o mar. Até agora, acrescentou, o viaduto mais longo do mundo com essas características também estava na China, em Xangai, com extensão aproximada de 32,5 quilômetros.
Também afirmou que foram utilizadas 800 mil toneladas de aço na construção do viaduto.
O secretário do PCCh para Jiaxing, Qiu Dongyao, disse que espera que a ponte "se torne, ela mesma, uma atração turística".